2 de dez de 2006

Os Sem Mídia

O programa SOS IMPRENSA exibido pela TV Cidade Livre neste último dia 01/12 teve como tema central os excluídos pela mídia.

Com o intuito de levantar o debate sobre a falta de espaço midiático que interfere em muitas classes da sociedade, a equipe do projeto enfocou a questão indígena.

Para tanto, Júlio César Borges, doutorando em Antropologia pela UnB e funcionário da ACT - Brasil (Amazon Conservation Team) , foi o convidado para discutir a imagem que a mídia passa dos índios no Brasil.

Robson Borges conversa com o antropólogo Júlio César sobre a questão indígena e sua abordagem pela mídia

Sempre abordando temas relacionados a questões midiáticas e contando com a participação de especialistas no assunto, o programa é totalmente produzido pelos integrantes do projeto e esta semana foi apresentado por Robson Borges, mestrando orientado pelo professor coordenador Luiz Martins.

O programa SOS IMPRENSA é gravado quinzenalmente nos estúdios da TV Cidade Livre e vai ao ar, ao vivo, às 16h sempre às sextas-feiras. Além disso você pode conferir as reprises durante toda a semana.

O programa SOS IMPRENSA é exibido pelo canal 8 da NET ou através do site da TV Cidade Livre.

Gravação do programa nos estúdios da TV Cidade Livre

Participe da produção do programa. Envie críticas e sugestões de pautas para o email do SOS Imprensa: sosimpre@gmail.com

26 de nov de 2006

I Semana latino-americana dos direitos da infância

por Jairo Faria

Foi aberta no dia 22 de novembro a I Semana latino-americana dos direitos da infância. A Semana, que até o dia 10 de dezembro promoverá eventos por vários países da América Latina, foi aberta com um seminário que contou com a presença do coordenador geral da ANDI América Latina, Ulisses Lacava.

Lacava apresentou uma pesquisa inédita feita pela ONG América Latina sobre a cobertura dos direitos da infância na região. A pesquisa foi feita com base em matérias publicadas nos principais jornais dos países latino-americanos durante o ano de 2005. Ela revela pontos positivos e negativos sobre a infância e a adolescência na mídia.
Um dos pontos positivos observados pela pesquisa foi o fato de a maioria das matérias analisadas tratarem do tema educação. Segundo Lacava, é importante que a mídia trate esse tipo de assunto, já que isso pode gerar um agendamento das políticas públicas. Foram observados, também, outros avanços significativos. Dentre eles estão: a reformulação de legislações, a implementação de políticas públicas voltadas para a proteção integral da criança e do adolescente e a melhoria de indicadores cruciais.

A pesquisa, porém, revelou muitos pontos negativos relacionados a esse tema. Foi concluído, por exemplo, que as matérias, em média, trataram muito pouco de questões como a de raça, etnia e gênero. Além disso, as notícias, na maioria das vezes, retrataram casos individuais, não enfocando diretamente a necessidade das políticas públicas. Constatou-se, também, um número muito baixo de fontes ouvidas por matéria, e essas fontes, em geral, eram fontes oficiais. Em relação aos dados, a pesquisa observou nas matérias analisadas uma escassez de informações como legislações, soluções de problema e políticas públicas. Quanto ao uso das palavras, 17% das matérias brasileiras analisadas utilizavam termos pejorativos.

A pesquisa apresentada no seminário da ANDI mostra que a mídia latino-americana ainda precisa aprender a usar seu poder de agendar políticas públicas. Há muito o que ser melhorado no que diz respeito à cobertura dos fatos. E isso vale não apenas para os direitos da infância.

16 de nov de 2006

Na Justiça: Abril e Mainardi são condenados em processo movido por Mino Carta

A Editora Abril e o colunista de Veja Diogo Mainardi foram condenados ontem (13/11) a pagar uma indenização de R$ 35 mil a Mino Carta, editor de CartaCapital.

O processo por injúria e violação da honra havia sido movido pelo jornalista italiano por conta de uma coluna escrita por Mainardi, na qual ele afirmava que Mino, equiparando- se a deputados mensaleiros, submetia-se ao empresário Carlos Jereissati para produzir matérias contra o banqueiro Daniel Dantas.

A juíza Camila de Jesus Gonçalves Pacífico deu ganho de causa a Carta nessa ação, mas julgou improcedente outro processo, que pedia indenizações por outra coluna, na qual Mainardi apontou, com o volume de anúncios, uma suposta dependência estatal da CartaCapital.

Carta já anunciou que vai recorrer desta última decisão. Em seu blog "Direto da Olivetti", o jornalista comemorou a condenação da Abril e Mainardi.

"Tenho, para todos, uma boa notícia. O tal caluniador [Mainardi] acaba de ser condenado no processo que movo contra ele há algum tempo, e com ele foi condenada a publicação que o abriga", comenta. "Agora vem a demanda minha no penal. E o próprio me oferece munição farta".

Citando o filho de Mainardi, Carta afirma que "poderia ter dito, talvez, que um filho doente não justifica calúnias dirigidas a esmo, gênero metralhadora giratória. Não disse, e digo agora".

A Veja, em seu site, não se pronunciou oficialmente. Mainardi disse, em seu último podcast, que Carta era um "ladrúnculo da pior espécie".

Redação Portal IMPRENSA

11 de nov de 2006

Jornalista é condenado a 10 anos de prisão em MS

A Justiça Estadual de Mato Grosso do Sul condenou a dez anos de detenção sob acusação de difamação o jornalista Fausto Brites, 48, um dos editores do jornal "Correio do Estado". Ainda cabe recurso da sentença, que permite a substituição da pena de prisão pela prestação de serviços à comunidade.O autor da queixa-crime contra o jornalista foi o governador eleito do Estado, André Puccinelli (PMDB).

A reportagem que motivou a condenação foi publicada em março de 2005 e trata de uma "devassa feita pela Polícia Federal em Campo Grande". O texto diz que "endereços investigados [pela Polícia Federal] coincidem com [os do] "lixogate'". "Lixogate" é uma referência a um escândalo ocorrido em 1999 na cidade de Campo Grande (quando Puccinelli era prefeito), envolvendo um projeto de reciclagem de lixo. O então prefeito havia indicado um empresário italiano como representante do consórcio que participaria do projeto.

A PF descobriu que o italiano apresentara um falso depósito de R$ 1 milhão para realizar o projeto, que não chegou a ser concluído. Segundo a assessoria de Puccinelli, ele não chegou a ser alvo da investigação. Em março de 2005, a PF realizou nova operação em Campo Grande, desta vez contra crimes financeiros.

Segundo a reportagem que gerou a condenação, um dos endereços vasculhado foi a casa onde fora localizada, em 1999, a sede do consórcio que tinha participação do empresário italiano.Segundo a decisão da juíza Cíntia Letteriello, baseada na Lei de Imprensa, "emerge cristalinamente do texto a vontade do redator de macular a reputação do querelante [Puccinelli], ao correlacionar a data de um escândalo político com a época em que este era prefeito".

Brites afirmou que irá recorrer da decisão. Segundo ele, o pedido foi uma forma de intimidar o jornal a não publicar reportagens contra Puccinelli: "Há cerca de 40 ações judiciais do Puccinelli contra o jornal". André Puccinelli Júnior, filho e advogado do governador eleito, negou a acusação: "Houve apenas a reação normal de quem teve a honra ofendida", disse.

A ANJ (Associação Nacional de Jornais) decidiu não se pronunciar sobre o caso, por considerar que a sentença não ofendeu a liberdade de imprensa.

Da Agência Folha

ELEIÇÕES NOS EUA: Cautela na TV, resultados na internet

As redes de TV americanas que cobriram as eleições intermediárias foram mais cautelosas que o usual e não declararam nenhuma mudança de poder no Congresso na noite de terça-feira (7/11), aparentemente na tentativa de não repetir os erros de 2004, quando os resultados de pesquisa de boca-de-urna vazaram desastrosamente.

Na ocasião, as pesquisas indicavam a vitória do senador democrata John Kerry para presidente – o que acabou sendo amplamente divulgado – erroneamente – pelas emissoras de TV.

Os jornalistas das emissoras televisivas e da agência Associated Press que estavam de plantão em um quarto sem janelas em Nova York, apelidado de "quarto da quarentena", para terem acesso exclusivo aos resultados da pesquisa feita pelo Consórcio Eleitoral Nacional (National Electoral Pool, em inglês), só puderam se comunicar com suas redações depois das cinco da tarde, horário final do pleito.

Cautela e desconfiança

Desta vez, mesmo com as pesquisas indicando vitória para os democratas, as redes de TV prefiram não divulgar imediatamente os resultados por não confiarem mais nos números da boca-de-urna. "Os números pareciam muito longe do esperado", afirma Allison Gollust, porta-voz da NBC News.

Na CNN, os jornalistas também foram instruídos a não confiarem nos resultados das pesquisas. "Por não oferecerem nenhuma base sustentável, a boca-de-urna não foi algo com o qual pudemos contar", diz Jon Klein, presidente da rede de notícias nos EUA.

Competição

Mesmo com cautela extra, em uma noite com três âncoras – Katie Couric, da CBS; Brian Williams, da NBC; e Charles Gibson, da ABC – estreando como líderes da cobertura eleitoral, foram feitos esforços para se ter uma vantagem competitiva das informações das pesquisas de boca-de-urna. Logo no início da apresentação do noticiário da CBS, liderado por Katie, o co-âncora Bob Schieffer anunciou uma possível vitória dos democratas. O comentarista Michael Barone, da Fox News, chegou a informar dados das pesquisas de boca-de-urna.

Na disputa entre as redes, a NBC foi a primeira a divulgar que os democratas haviam conseguido retomar o poder na Câmara. A ABC veio logo depois e, em seguida, a CNN. A proximidade revela que, mesmo com cautela, a competição entre as redes na noite das eleições ainda era forte.

Na ABC News, foi decidido que a cobertura das eleições seria ampliada de uma hora para uma hora e meia, começando logo depois do programa mais assistido do canal, o reality show Dancing with the Stars. Tal medida, tomada de última hora, impossibilitou as outras redes de mudar a grade de programação para competir com ela.

Resultados na web

Na internet, blogs políticos divulgaram os resultados das pesquisas e de algumas disputas individuais. Algumas emissoras, por sua vez, divulgaram os links dos blogs em seus sítios. A CNN, por exemplo, colocou em sua página uma longa lista de blogs que faziam a cobertura das eleições.

Blogs democratas, republicanos e independentes passaram a maior parte da quarta-feira (8/11) detalhando informações das disputas à Câmara e ao Senado. A novidade deste ano foi que muitos blogs acrescentaram links para clipes do sítio de compartilhamento de vídeos YouTube.

O sítio conservador RedState.com relatou problemas no sistema eletrônico de votação, principalmente na Pensilvânia. Erick Erickson, "blogueiro-chefe" do RedState, divulgou um link para um vídeo que mostrava um pesquisador certificado (que carregava uma câmera de vídeo) sendo barrado em um local de votação na Filadélfia.

Brad Friedman, talvez o mais crítico das urnas eletrônicas na blogosfera, afirmou que seu sítio de esquerda, Bradblog.com, teve o auge da audiência quando informações de mal-funcionamento das máquinas eletrônicas começaram a ser divulgadas.

Poder blogueiro

Para Jonathan Zittrain, professor de governança da internet na Universidade Oxford, os blogs conquistaram agora um lugar importante na divulgação de eventos nacionais, principalmente em relação às eleições. "De certa maneira, eles estão ajudando a estabelecer a pauta na grande mídia", observa.

Este ano, um pouco antes das seis da tarde, alguns blogs obtiveram acesso aos resultados das pesquisas de boca-de-urna. Chris Bowers anunciou os números em seu sítio liberal MyDD.com, mas alertou aos internautas para terem cuidado quanto à precisão das informações, porque os dados ainda não eram oficiais. Com informações de Bill Carter e Tom Zeller Jr. [The New York Times, 8/11/06].

Publicado no Observatório da Imprensa em 9/11/2006

16 de mar de 2006

Briga de charges: liberdade X ofensa

por Diogo Alcântara

Mal começou o século XXI e já vemos algumas peculiaridades, algumas diferenças nítidas com relação ao recém-findado século XX. No âmbito dos conflitos internacionais, podemos dizer que o terrorismo veio substituir o conceito de guerra total (onde tudo no Estado é voltado para a guerra) que foi tão marcante nas décadas anteriores. Por diversas razões, muitos grupos terroristas foram formados nos países muçulmanos e estes grupos, principalmente a Al-Qaeda, ganharam notoriedade, especialmente após os ataques do dia 11 de setembro de 2001.

A reação ocidental foi a postura de intolerância para com os povos muçulmanos. A onda de linchamentos na Austrália é um exemplo. Este tipo de violência é condenável por todos. O problema surge quando ações de intolerância estão aliadas e camufladas por trás de direitos humanos básicos, como a liberdade de expressão. Este é o cerne da polêmica acerca das charges publicadas por um jornal dinamarquês.

O periódico alega que tem o direito de se expressar e muitos outros o apoiaram. No entanto, devemos lembrar que a impre nsa não tem o direito de ofender as minorias nem as religiões. As charges que despertaram a ira de muitos de religião islâmica, além de ofensivas, reforçam o estereótipo de que o povo desta religião seja terrorista de modo geral.

Em contrapartida, não devemos fechar os olhos para os abusos cometidos pelo outro lado. É de se esperar que seguidores de uma determinada religião fiquem indignados em ver um de seus maiores ícones retratado de forma pejorativa. Contudo, isto não lhes dá o direito de ofender usando os meios de comunicação, como está acontecendo no Irã. Neste país um jornal de tendência direitista chamado Hamshahri lançou um concurso de charges para satirizar o holocausto. É lamentável que um representante de uma nação apóie este tipo de atitude, que foi, no mínimo, infantil. Não é desta forma que os problemas, especialmente os internacionais, são resolvidos. E um chefe de Estado deveria mais do que ninguém saber disto. Como exigir respeito no meio internacional agindo desta forma?

Debate sobre o ponto de vista

por Jairo Faria

Na seção Ponto de vista, da revista VEJA do dia 18 de janeiro, o administrador Stephen Kanitz expressou sua opinião sobre a reportagem “Sete razões para votar NÃO”, matéria de capa da edição do dia 5 de outubro de 2005 da revista. Para Kanitz, o jornalismo opinativo “ajuda o leitor a tomar boas decisões” e, devido ao jornalismo imparcial, a nova geração de leitores não possui “opiniões fortes”.

Para Luiz Martins, professor da FAC na disciplina “Ética na Comunicação” e coordenador do projeto de extensão SOS Imprensa, o ideal seria que os veículos divulgassem matérias opinativas deixando expressamente claras suas opiniões. Segundo o professor “o que não dá para fazer, ao mesmo tempo, é um jornalismo que se diz imparcial ser parcial”. Segundo Martins, a parcialidade é até desejável quando explícita no editorial e o modelo que prevalece no Brasil é o de um jornalismo que proporciona aspectos plurais de uma polêmica, indica pontos de vista variados. Para ele, a salvação da imprensa é que se tenha esse tipo de veículo. Luiz diz ainda que “a VEJA não é um veículo associado a um partido” e, portanto, não é institucionalizado, por isso ela não deve defender determinados pressupostos e princípios.

É importante que a VEJA afirme sua capacidade de formar opinião, se isso não acontecesse, ela seria um veículo desrespeitado. Ela deve, porém, deixar seus pontos de vista explícitos, pois isso auxiliaria o leitor, mas, ao ser tendenciosa, essa revista torna-se um perigo, porque fundamenta suas tendências.

Um dos grandes problemas encontrados nos veículos de comunicação é que eles se propõem imparciais, mas defendem seus pontos de vista. É muito mais grave um jornalista ser tendencioso do que uma empresa deixar claramente exposta sua opinião, mas o problema, nesse caso, é que, habitualmente, eles não estão dispostos a dar espaço à réplica.

Assim, Kanitz defende uma visão que não condiz com as práticas da revista. Não se pode julgá-la imparcial, mas também não é possível dizer que ela expressa inteiramente suas posições em sua seção opinativa.

Consumidores entram com representação no MP contra propaganda. E ganham causa

A empresa Forum teve de veicular contrapropaganda em resposta a sua própria campanha abusiva devido a uma representação no Ministério Público
por Aerton Guimarães

A empresa de vestuário Forum Confecções Ltda. teve de veicular outdoors de apelo social em retratação a uma campanha publicitária que mostrava um casal simulando o ato sexual. Os 34 outdoors considerados abusivos foram veiculados no Sudoeste e também no Cruzeiro, e incomodaram diversos moradores, os quais decidiram encaminhar ao Ministério Público do DF uma representação pedindo providências. A alegação era a de que tais imagens poderiam causar danos à formação de crianças e adolescentes, o que foi apoiado por um laudo psicológico do Instituto Médico Legal do DF.

Assim, a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon) conseguiu que a Forum assinasse um termo de ajustamento de conduta, assinado em setembro de 2005. A campanha publicitária de contrapropaganda, veiculada em 37 outdoors em janeiro deste ano, foi feita por estudantes da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, sob coordenação da professora Maria Fernanda D’Angelo Abreu, com o tema Respeito: Marca de Valor. Nela, ao lado do slogan da campanha apareciam fotografias de pessoas em situação de respeito ao próximo.

A contrapropaganda é uma sanção administrativa aplicada em casos de infração às normas de defesa do consumidor, com o objetivo de desfazer os malefícios causados pela publicidade enganosa ou abusiva. Os custos dela foram pagos pela empresa, que também divulgou as novas propagandas nos mesmos lugares, com a mesma forma, freqüência e dimensão da propaganda abusiva original.

O promotor de justiça Guilherme Fernandes Neto informou, por meio da assessoria de imprensa do Ministério da Justiça, que os consumidores que se sentirem lesados por publicidade abusiva podem ajuizar representações na Prodecon.


Alunos da UnB que elaboraram a contrapropaganda


Retratação
Casos de retratação que utilizam exatamente o mesmo espaço do que foi dito abusivamente são raros na mídia. O código de defesa do consumidor proíbe toda publicidade enganosa e abusiva em seu artigo 37. E o espaço de resposta deve, de acordo com o Ministério Público, ocupar sempre o mesmo espaço utilizado pela propaganda abusiva. Mas sabemos que não é isso o que acontece.

Usualmente jornais e revistas colocam, como direito de resposta, uma pequena nota em uma página sem importância pedindo desculpas pelo erro cometido, quando o assumem, ou disponibilizam um espaço ínfimo para a própria pessoa se defender.

O problema, nesse caso, é que esse tipo de retratação não abrange o mesmo público atingido pelo abuso cometido, como por exemplo, quando esse é publicado na capa do veículo de informação.

Em busca por direitos iguais dentro da mídia existem órgãos como o próprio Ministério Público e também o SOS Imprensa. Nosso telefone é o (61) 3307-2024 e e-mail sosimpre@unb.br.